COORDENAÇÃO
Coordenação Pr/Capelão Ricardo Solano Bastos
Pedidos de Palestras em Escola/Clubes/Igrejas/Empresas (12) 9719-7720 – 8203-0567
sábado, 17 de novembro de 2012
Mãe fecha quarto com grades com medo de filho usuário de crack, no ES
'Eu amo a minha mãe e tenho vergonha de ser usuário do crack', diz filho.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Polícia apreendeu 2,7 mil pedras de desirré desde janeiro no Rio
Segundo a PM, combinação de crack e maconha ganha força no município.
Especialistas de RJ e SP alertam para os riscos à saúde dos usuários.
Há um ano, a zirrê chama a atenção dos profissionais do Nepad, o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas, vinculado à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Embora o órgão ainda não tenha unificado os dados sobre os atendimentos relativos à droga, a psicóloga Érica Canarim afirma que atualmente atende no Nepad 25 jovens viciados no entorpecente. Segundo ela, a maioria dos dependentes do Rio utiliza a desirré como um primeiro estágio rumo ao consumo de crack. “Os adolescentes raramente vão direto para a pedra de crack. Primeiro, começam com a desirré”, disse.
Marta Jezierski, diretora do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod) da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, afirmou que a desirré já existia antes no estado, onde é conhecida como “mesclado”. “É mais usado na classe média”, apontou.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
TESTE PARA SABER SE SEU FILHO ESTÁ USANDO DROGAS
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Pastor e Deputado MarcoFeliciano repudia ação do Conselho de psicologia contra Marisa Lobo
Lendo o relato e conversando com Marisa pude compreender a dimensão e gravidade da situação que em minha opinião, trata-se de perseguição religiosa, conclui deputado
“Quanto ao Conselho de Psicologia Marco Feliciano reconhece que : Questionamentos são legais e comuns a toda profissão, porém ao examinar o que foi dito nesta convocação e as provas contextuais apresentadas publicadas no blog profamilia.blogspot.com convoco toda a sociedade líderes religiosos parlamentares para que se manifestem, pois se trata de uma afronta não apenas a profissional em questão, mas a todos os profissionais que se confessam cristãos, bem como ao Cristianismo em geral (católico evangélico) o preconceito foi demonstrado por uma fé que tem sido ferramenta social na prevenção enfrentamento e controle de inúmeros problemas inclusive de saúde de violência em toda nação.
A Fé em Deus sempre foi um freio social e está sendo ridicularizada há tempos por militantes contrários ao cristianismo. Penso que se não nos unir neste momento, poderemos abrir um precedente imaginável, institucionalizando o preconceito religioso de fato em nosso Brasil que é um país laico e tem garantida em sua constituição a liberdade de professar livremente sua fé “uma mordaça amoral e descabida” ...
Marco Feliciano continua relatando que tem acompanhado denúncias e reclamações de todo Brasil mostrando a militância política dessa nova diretoria do conselho federal de psicologia e diz estar atento e investigando exageros e posturas que considera um desserviço como, por exemplo, apoio a descriminalização de drogas, e atitudes de preconceito e discriminação as comunidades terapêuticas.
Terça feira o deputado e outros parlamentares (Senador Magno Malta, os Deputados João Campos, Roberto de Lucena, Francischini) e Wilton Acosta presidente do Fenasp, estarão recebendo pessoalmente a psicóloga Marisa Lobo para organizar estratégias de como enfrentar com inteligência, equilíbrio, sabedoria cristã e política essa situação. Garantiu o deputado que para cassar Marisa Lobo terá o (CFP) que passar por cima de um parlamento amigos cristãos (católicos e evangélicos ) de toda uma sociedade (de 98% da população Brasileira). Nosso país não é ateu crê em Deus. indignasse Feliciano
Desabafa o deputado Marco Feliciano que se sente um pouco responsável por essa situação, pois apoiou Marisa Lobo, ano de 2011 quando a mesma lhe encaminhou um oficio pedindo como psicóloga que fosse sua porta voz na tribuna e mostrasse sua indignação e de outros colegas quanto ao conteúdo do kit gay que segundo a psicóloga era reprovável.
“A repercussão foi grande bem como a perseguição que de certa forma já esperava-mos que isso fosse acontecer, já que o mesmo kit gay tinha aprovação deste conselho” diz Feliciano
Marisa Lobo, afirma estar confiante e tranqüila, pois nunca recebeu reclamação de nenhum paciente sobre sua conduta dentro do consultório, reclama que a categoria tem um código de ética opressor e preconceituoso quanto à religião, que inclusive deve ser revisto, porém: poder dizer sou cristã e não vou negar meu Deus não tem preço afirma a Psicóloga Marisa Lobo e Cristã como se apresenta e gosta de ser chamada.
Conforme publicação na mídia e no documento apresentado a psicóloga deixa claro Não induzir convicções religiosas dentro do consultório, mas no social tem o direito de fazer o que desejar. Liberdade de expressão.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Governo Federal vai investir R$ 4 Milhões no combate e na prevenção do crack

A presidenta Dilma Rousseff e os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Justiça, José Eduardo Cardozo, lançam, nesta quarta-feira (07/12), um conjunto de ações do governo federal para enfrentar o crack e as outras drogas. Com investimento de R$ 4 bilhões da União e articulação com estados, Distrito Federal e municípios, além da participação da sociedade civil, a iniciativa tem o objetivo de aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários drogas, enfrentar o tráfico e as organizações criminosas e ampliar atividades de prevenção.
Com o mote Crack, é possível vencer, as ações estão estruturadas em três eixos: cuidado, autoridade e prevenção.
O primeiro inclui ampliação e qualificação da rede de atenção à saúde voltada aos usuários, com criação da rede de atendimento Conte com a gente.
No eixo autoridade, o foco é a integração de inteligência e cooperação entre Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e polícias estaduais, a realização de policiamento ostensivo nos pontos de uso de drogas nas cidades, além da revitalização desses espaços.
Também nesta quarta-feira, o Executivo envia ao Congresso Nacional o projeto de lei que altera Código de Processo Penal para acelerar a destruição de entorpecentes apreendidos pela polícia e agilizar o leilão de bens utilizados para o tráfico de drogas. A presidenta Dilma assina ainda a Medida Provisória que institui o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas (Sinesp).
Já o eixo prevenção prevê ações nas escolas, nas comunidades e de comunicação com a população.
Cuidado
Na área da saúde, o plano prevê a estruturação da rede de cuidados Conte Com a Gente, que auxiliará os dependentes químicos e seus familiares na superação do vício e na reinserção social. A rede é composta de equipamentos de saúde distintos, para atender os pacientes em situações diferentes.
Uma das novidades do plano é a criação de enfermarias especializadas nos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS). Até 2014, o Ministério da Saúde repassará recursos para que estados e municípios criem 2.462 leitos, que serão usados para atendimentos e internações de curta duração durante crises de abstinência e em casos de intoxicações graves. Para estimular a criação destes espaços, o valor da diária de internação crescerá 250% – de R$ 57 para R$ 200. Ao todo, serão investidos R$ 670,6 milhões.
Nos locais em que há maior incidência de consumo de crack, serão criados 308 consultórios de rua, que farão atendimento volante. Cada consultório terá equipes de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. A ação, que terá recursos de R$ 152,4 milhões, atenderá municípios com mais de 100 mil habitantes. Os recursos já estão disponíveis e aguardam apenas a adesão dos municípios.
Já os Centros de Atenção Psicossocial para Álcool e Drogas (CAPSad) passarão a funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana. Até 2014, serão 175 unidades em todo o país. Estes centros vão oferecer tratamento continuado, com possibilidade de internação, a até 400 pessoas por mês.
O atendimento será reforçado também pela criação de unidades de acolhimento, que terão cuidados para manutenção da estabilidade clínica e o controle da abstinência. Para o público adulto, serão criados 408 estabelecimentos, com investimentos de R$ 265,7 milhões até 2014. Já para o acolhimento infanto-juvenil, serão 166 pontos exclusivos para o público de 10 a 18 anos de idade, com investimento de R$ 128,8 milhões.
O Crack, é possível vencer contempla também a ampliação dos repasses do Ministério para as instituições da sociedade civil que fazem atendimento aos dependentes químicos e seus familiares. Para receberem recursos do SUS, estes estabelecimentos terão de cumprir critérios estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e assegurar um ambiente adequado, que respeite a integridade dos direitos dos pacientes e de seus familiares. Todas as instituições estarão vinculadas ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).
Autoridade
O enfrentamento ao tráfico do crack não é diferente do que é feito para outras drogas ilícitas, já que essa é uma das formas de apresentação da cocaína. As ações policiais irão se concentrar em duas frentes: nas fronteiras e nas áreas de uso de drogas, nos centros consumidores.
Serão intensificadas as ações de inteligência e de investigação para identificar e prender os traficantes, bem como desarticular organizações criminosas que atuam no tráfico de drogas ilícitas. O contingente das Polícias Federal e Rodoviária Federal será reforçado com contratação de mais de 2 mil novos policiais.
Está prevista também a implementação de policiamento ostensivo e de proximidade nas áreas de concentração de uso de drogas, onde serão instaladas câmeras de videomonitoramento fixo. Os recursos federais serão repassados aos estados por meio de convênios.
O objetivo é prestar atendimento a pessoas que trabalham, residem ou circulam no local, e possibilitar maior segurança com a identificação e prisão de traficantes. A expectativa é que a utilização de câmeras, móveis e fixas, contribua para inibir a prática de crimes, principalmente o tráfico de drogas.
Os profissionais que atuarão nessas áreas têm formação na doutrina de polícia de proximidade (comunitária) e vão incentivar o fortalecimento da comunidade nas áreas de uso de drogas para fortalecer a participação comunitária na prevenção à violência e criminalidade.
Outras mudanças importantes se dão no campo da adequação das leis. O governo federal propõe uma medida provisória, um novo projeto de lei e anuncia apoio a três propostas já em tramitação no Congresso Nacional. Veja a lista:
Medida provisória que institui o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas (Sinesp) – o sistema vai suprir a ausência de um mecanismo oficial de estatística capaz de compilar e fornecer dados e informações precisos sobre situação da segurança pública no país. Os estados irão assinar pactuação com a União e, se não fornecerem dados no Sistema, terão suspensos os repasses de verbas federais.
Envio ao Congresso do PL que altera o Código de Processo Penal e a Lei de Drogas – agiliza o processo de alienação dos bens que são produto do tráfico de drogas. Contribui para a eficiência das decisões judiciais, criando instrumentos que possibilitem intensificar o combate à criminalidade e preservar o valor dos bens apreendidos, que hoje estão sujeitos à desvalorização ao longo do processo. A mesma proposta vai dar mais agilidade no procedimento de destruição de drogas apreendidas.
Apoio ao PL 6578/2009 (organizações criminosas) – em tramitação na Câmara dos Deputados, tipifica o crime de participação em organização criminosa. A legislação atual prevê apenas os delitos de “formação de quadrilha” ou “bando”. O PL também regulamenta técnicas especiais de investigação, como a colaboração premiada e a infiltração de agentes.
Apoio ao PL 3443/2008 (lavagem de dinheiro) – aprovado na Câmara em outubro e agora em análise no Senado, acaba com a lista específica de crimes antecedentes, como sequestro ou tráfico, para se caracterizar a prática de lavagem de dinheiro. A proposta do PL é também aumentar as hipóteses em que pessoas físicas têm de informar sobre suas transações ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o valor da multa aplicável a quem não cumprir com essas obrigações (hoje limitada aR$ 200 mil, poderá chegar a R$ 20 milhões).
Apoio ao PL 3772/2008 (difusão vermelha) – em tramitação na Câmara dos Deputados, permitirá agilizar o processo de extradição. A mudança permite prender preventivamente estrangeiros procurados pela Justiça de outro país, conforme alerta transmitido internacionamente pela Interpol. Hoje, para a prisão, é necessário pedido formal de extradição do país que determinou a sentença. A alteração permite que a prisão seja executada conforme determinação da Interpol e depois, dentro do prazo estipulado, o país deve apresentar a documentação necessária para a extradição do estrangeiro. Caso não seja apresentada, o preso é liberado.
Prevenção
Este eixo está estruturado em três bases: na escola, na comunidade e na comunicação com a população.
O Programa de Prevenção do Uso de Drogas na Escola tem a proposta de capacitar 210 mil educadores e 3,3 mil policiais militares do Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD) para prevenção do uso de drogas em 42 mil escolas públicas. Estima-se que serão beneficiados 2,8 milhões de alunos por ano.
O Programa de Prevenção na Comunidade prevê capacitação de 170 mil líderes comunitários até 2014.
Haverá também realização de campanhas específicas para informar, orientar e prevenir a população sobre o uso do crack e de outras drogas. O serviço de atendimento telefônico gratuito de orientação e informação sobre drogas VivaVoz passará de 0800 para o número de três dígitos 132, para facilitar o acesso do cidadão. Além disso, o Portal Enfrentando o Crack reúne as informações sobre o tema e está disponível em www.brasil.gov.br/enfrentandoocrack.
Os atuais 49 Centros de Regionais de Referência – que funcionam junto a instituições públicas de ensino superior – serão ampliados para 65 e oferecerão 122 mil vagas para formação permanente de profissionais de saúde, assistência social, justiça e segurança pública. Nos próximos anos, serão oferecidas 250 mil vagas em cursos a distância para líderes comunitários, conselheiros municipais, profissionais de saúde e assistência social e operadores de direito.
Fonte: Portal do Ministéria da Justiça
segunda-feira, 14 de março de 2011
'Jamais imaginei que ela se envolvia com drogas', diz mãe de jovem achada morta

Adolescente morreu após passar mal em pousada da cidade. Mãe quer que o caso sirva de exemplo para outros jovens.
A técnica em enfermagem Bianca Fernandes de Oliveira quer que o caso da filha Pâmela Fernandes de Oliveira Gouvêa, de 16 anos, que morreu após passar mal em uma pousada de Ubatuba, a 226 km de São Paulo, sirva de exemplo para outros jovens. Ela falou nesta segunda-feira (14) sobre as lembranças que ficaram da adolescente. “Ela era uma menina muito alegre, que transmitia coisas gostosas, tinha um coração bom”, afirma.
Pâmela estava desaparecida desde a sexta-feira (11), quando pediu para a mãe para sair com um amigo – eles iriam a uma pista de skate. Segundo a polícia, a menina e dois turistas se hospedaram em uma pousada no início da madrugada de sábado (12). Durante a manhã do sábado, ela passou mal e os jovens pediram ajuda. O Corpo de Bombeiros fez o atendimento. Ela foi levada para o hospital, onde morreu.
A causa da morte ainda não foi determinada, mas testemunhas disseram que a jovem consumiu álcool e drogas. “Jamais imaginei que minha filha tivesse envolvida com droga. Nunca tinha percebido, mas estava sempre perguntando”, contou. Ela credita a más amizades o que ocorreu com a filha – caso seja confirmado o uso de drogas como causa da morte. “Quero que sirva de exemplo da falta de respeito e de honra aos pais. Eles dão mais valor ao que dizem os amigos do que aos conselhos dos pais”, desabafa a mãe.
A técnica em enfermagem guarda lembranças da tarde de sexta, antes do desaparecimento da jovem. “Tomamos café juntas, ela ficou dançando com meu sobrinho de 1 ano”, contou. A mãe diz que a filha não pretendia sair de casa naquela noite, mas um amigo ligou e eles acabaram indo até uma pista de skate.
Depois, ela não conseguiu mais contato pelo celular e só voltou a ter notícias da filha na manhã de sábado (12). Policiais pediram para Bianca ir até a delegacia, onde soube da morte. “Só depois que fui reconhecer o corpo que as pessoas vieram dizer que ela estava fazendo isso e aquilo. Isso não ia trazer minha filha de volta, eu precisava saber antes.”
A mãe conta que a filha dormia fora de casa algumas vezes sem avisar. “Da última vez, ela ficou cinco ou seis dias fora de casa e eu fiz um boletim de ocorrência”, lembrou. Bianca diz que brigava com a jovem por causa disso e tentou afastá-la das más amizades.
PolíciaO delegado Fausto Cardoso, responsável pela investigação do caso, disse que a adolescente estava com uma audiência marcada na Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac) de Ubatuba para trabalhar o seu comportamento por causa dos constantes sumiços.
Cardoso afirmou que os dois turistas que estavam hospedados com Pâmela na pousada foram identificados, mas continuam desaparecidos. Segundo ele, a equipe de investigação está colhendo informações sobre a dupla e aguardando a chegada dos laudos periciais, que devem esclarecer o tipo e a quantidade de droga usada pela jovem.
A polícia espera que os laudos cheguem até o próximo fim de semana. Caso os turistas não sejam localizados, será pedida a prisão temporária dos dois, afirmou o delegado.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Pesquisa: 98% das cidades brasileiras têm problemas ligados ao crack

Ziulkoski criticou o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, lançado pelo governo federal em maio deste ano. 'É um programa que não aconteceu, praticamente nenhum centavo chegou'. Ao apresentar os números, ele disse que não avaliaria se a iniciativa teve intenções eleitoreiras. 'Apenas estou trazendo números e realidades'.
A CNM observa ainda que, embora haja um grande esforço para a redução da mortalidade infantil, não há política de Estado de prevenção à mortalidade juvenil. A confederação também ressalta a importância de ações na região de fronteira para impedir a entrada de droga no País.
Números. O estudo da CNM constatou que, dos municípios pesquisados, apenas 14,78% afirmaram possuir Centro de Atenção Psicossocial (Caps), que oferece atendimento à população e acompanhamento clínico de pessoas com transtornos mentais, entre eles usuários de drogas.
Quando o assunto foi a existência de programa municipal de combate ao crack, 8,43% das cidades alegaram possuir alguma iniciativa dessa natureza. Mesmo sem um programa definido e com a falta de apoio das demais esferas de governo, 48,15% dos municípios realizam campanha de combate ao crack, aponta a pesquisa.
Ações do governo. Em maio deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que criou o Plano Integrado para Enfrentamento do Crack, destinando R$ 410 milhões com o objetivo de duplicar, ainda em 2010, o número de vagas para internação de usuários da droga. O plano também visa treinamento de profissionais na rede pública de saúde e assistência social para atender os usuários e a família, além de medidas de combate ao tráfico.
A presidente eleita Dilma Rousseff citou em diversas ocasiões o combate ao crack como uma de suas prioridades no plano de governo. Ainda como pré-candidata, Dilma afirmou que estava preocupada com a droga, que 'mata, é muito barata e está entrando em toda periferia e em pequenas cidades', prometendo enfrentar 'essa ameaça com autoridade, carinho e apoio.' (fonte ESTADÃO)
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Saiba como procurar tratamento para dependência de crack em SP

Ainda de acordo com a Prefeitura, no primeiro ano de tratamento, 80% dos dependentes deixam o crack. Visto em longo prazo esse índice cai: 30% conseguem viver longe da droga.
O dependente que procura ajuda é avaliado por psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais para saber se é uso abusivo ou dependência química. A primeira semana do tratamento é a de desintoxicação. Nos casos extremos, a pessoa fica internada.
Os CAPS funcionam como pronto-atendimento e fazem internações se for preciso. Só os casos mais graves são encaminhados para outros lugares. Depois da desintoxicação, começa a etapa mais difícil: reaprender a viver sem a droga.
Segundo um levantamento do CAPS, 47,7% dos usuários recebem atendimento ou tratamento, exclusivamente, em razão da dependência do álcool; 32,6% múltiplas drogas; 10,2% cocaína (crack está neste percentual porque é derivado da cocaína); 5,1% fumo; 3,5% canabinóides e 0,8% outras drogas. Cada CAPS faz em média 800 atendimentos por mês.
Como funcionaA política de atendimento para que fazem uso abusivo de álcool e outras drogas começou em 2005. A rede municipal conta com 62 CAPS que atendem população com transtornos decorrentes do uso e dependência d Saiba como procurar tratamento para dependência de crack em SP
e substâncias psicoativas, como álcool e outras drogas, de segunda a sexta das 07h às 17h ou das 8h às 18h. (Fonte G1)
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Seminário vai instruir médicos sobre o combate ao uso do crack

novembro 11, 2010 por falamedico
O aumento excessivo do uso de crack no país tem deixado a categoria médica
“A disseminação do uso de crack entre pessoas de todos os níveis sócio-econômicos, de modo preocupante entre os jovens (muitos deles estudantes), requer ampla discussão e intervenção da sociedade civil organizada. É preciso erradicar essa forma de drogadição, que prospera entre nós ceifando vidas, causando sofrimentos às famílias e prejuízos irreparáveis à sociedade”, afirma Carlos Vital, vice-presidente do CFM.
O Seminário será composto de duas mesas redondas. A primeira discutirá aspectos técnicos e éticos do consumo e do tratamento do usuário: epidemiologia do uso de drogas, dilemas éticos e clínicos na assistência, abordagens clínicas, acolhimento e interdisciplinaridade.
A segunda mesa discutirá tópicos institucionais e sociais do tema: aspectos jurídicos, papel institucional do Estado, propostas dos Ministérios da Saúde e da Educação para o combate ao crack (sobretudo no sistema educacional) e uso do crack sob a perspectiva da sociedade. Depois de cada mesa os debates serão abertos para a participação do público inscrito no encontro.
“O crack está fora de controle no Brasil”, alerta o tesoureiro do Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco (Cremepe), Ricardo Paiva. De acordo com o especialista, o crack é uma das drogas mais prejudiciais e que tornam o viciado mais violento. “O usuário fica dependente desde o primeiro uso e em menos de seis meses a droga provoca efeitos deletérios, incluindo a demência”.
Falta de leitos dificulta tratamento de viciados em crack
No Brasil, a escalada do crack coincidiu com a política de fechamento de leitos psiquiátricos, e a rede pública não tem tido capacidade de absorver toda a demanda. O país conta com apenas 1.800 leitos psiquiátricos em hospital geral. Por outro lado há uma estimativa de 1,2 milhões de usuários de crack no país.
Inscrições gratuitas e limitadas
As inscrições para participação no I Seminário Nacional sobre Aspectos Médicos e Sociais Relacionados ao Uso do Crack serão abertas nesta quarta-feira, 03 de novembro. O encontro será realizado em Brasília, no dia 25 de novembro, no auditório da sede do CFM (SGAS 915, lote 72). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
FUNDO DO POÇO
Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o seu usuário quanto o crack. O poder sobrenatural do crack é simplesmente horripilante e avassalador. Crack e desgraça são indissociáveis e quase palavras sinônimas. Relatos dos seus usuários e familiares, fatos policias diários e opiniões de especialistas sobre os efeitos e as conseqüências nefastas da droga podem ser resumidos em três palavras tão básicas quanto contundentes: sofrimento, degradação e morte.As ocorrências no terreno familiar, social e criminal vão caminhando sempre em largas vertentes para dias piores. A vida vivida pelos envolvidos com o vício do crack parece sempre transpor os inimagináveis pesadelos.Lançando um olhar no passado, o viciado, vê o rumo errado que tomou, mas dificilmente tem força de voltar atrás. Olhando ao futuro somente se lhe afigura a tumba, no entanto continua caminhando em sua direção. O seu presente é só o crack e, esse mal passa a ser o senhor do seu viver, o seu real transformador do bem para o mal, o destruidor da sua família, o aniquilador do seu bem maior.O crack trás a morte em vida do seu usuário, arruína a vida dos seus familiares e vai deixando rastros de lágrimas, sangue e crimes de toda espécie na sua trajetória maligna.O Brasil assistiu recentemente com imensa tristeza e pesar uma reportagem televisiva em que crianças recém nascidas de mães viciadas em crack, são também barbaramente atingidas pelos efeitos nefastos da droga. Nascem como se viciadas fossem, com crises de abstinências, com compulsão à droga, tremores, calafrios e com problemas físicos diversos, principalmente com lesões no cérebro que provavelmente os levarão às demências ou a outros tipos de problemas inerentes, ou seja, uma nova geração de vítimas do crack sem sequer ter consumido a droga por vontade própria. A maioria das mães drogadas também perde o instinto materno e termina doando os seus filhos debilitados.A dimensão da tragédia do crack é difundida nos diversos Estados da Nação através de reportagens jornalísticas que comprovam o retrato devastador em todos os lugares possíveis e imagináveis aonde chegou o filho mortal da cocaína. O crack invadiu grandes e pequenas cidades, periferias e lugares de baixa a alta classe social, municípios, povoados, zona rural...Não bastassem os tristes casos sociais, casos de saúde e os casos criminais diversos envolvendo essa droga avassaladora vividos por uma grande parcela da população brasileira, agora apareceu mais um melancólico caso. Um deprimente e desolador caso em que a mãe trocou a virgindade da sua própria filha de pouco mais de 10 anos de idade por algumas pedras de crack. Entregou a sua filhinha para uma monstruosidade sem precedência. Entregou a inocência de uma criança para um estuprador macabro, desalmado e cruel que também era um traficante de crack. O símbolo do amor puro que está no amor de mãe se rendeu ao poderoso crack.Uma mãe viciada, na histórica cidade de São Cristovão, primeira capital do pequeno, mas bonito e aprazível Estado de Sergipe acabou por ceder a inocência da sua própria filha, uma garotinha que migrava dos 10 para os 11 anos de idade para um desumano estuprador-traficante de drogas no sentido de que o mesmo saciasse a sua frieza sexual animalesca, em troca de algumas pedras de crack.O crack agora é capaz também de transpor, de matar o amor de mãe, que é o mais precioso, o mais profundo, o mais verdadeiro, o mais ardoroso, o mais fervoroso amor que pode existir.Este impulso sentimental que é o mais sublime dos amores foi superado pela força sobrenatural do crack e, ao invés de confortar, destruiu, degradou, sobretudo desvirtuou o sentido real do amor que aquela mãe tinha pela sua filha. O amor de mãe que não tem ganância, não tem egoísmo, não tem orgulho, não tem o sentido de posse, não tem o princípio de fomentar a maldade e a ignorância do bem, que busca a simplicidade, a humildade e abnegação acima de todas as coisas da matéria foi de tudo ultrajado pelo crack.É realmente uma triste, trágica e inconcebível realidade ocorrida naquele município que contrasta com o seu povo pacato e ordeiro. É o fundo do poço pelo crack...(Delegado de Polícia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública).archimedes-marques@bol.com.br
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Interno usa nome de clínica para aplicar golpe

Essa era a terceira vez que a casa de recuperação ligada à Igreja Evangélica Monte Horebe recebia o menor para tratamento. O adolescente é dependente de crack desde os 10 anos de idade. Ele foi para a clínica localizada no bairro Planalto, na zona oeste de Uberlândia, por meio de ordem judicial do Conselho Tutelar de Quirinópolis, no interior de Goiás.
O golpe só foi descoberto depois que membros da igreja desconfiaram das constantes investidas do garoto. Nos últimos 15 dias ele estaria repetidamente usando a mesma história. Para conseguir levantar dinheiro rápido dizia que o carro do pastor que coordena a instituição estava estragado. Segundo a instituição pelo menos sete comerciantes dos bairros Planalto e Luizote de Freitas, que são parceiros da entidade, caíram no golpe.
Quando descoberto, o menor ameaçou os integrantes da clínica e tentou fugir. Ele foi ouvido na 16ª Delegacia Regional de Polícia Civil (16ª DRPC) e autuado pelo crime de estelionato.
A instituição que vai completar dois anos vive de doações voluntárias. Atualmente atende 12 internos na casa de recuperação que fica na rua Horácio Pereira Mendes.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Verba federal para combater o crack no Rio
POR MARIA INEZ MAGALHÃES
Rio - A Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) vai ganhar R$ 500 mil para combater o crack no estado. A verba, do Ministério da Justiça, será empregada na compra de equipamentos na área de inteligência para auxiliar os policiais nas investigações, principalmente sobre a droga.

Além do Rio, delegacias de combate ao narcotráfico de nove estados também estão no programa do Ministério da Justiça e farão parte do Grupo Permanente de Enfrentamento ao Crack (Gpec) — que vai atuar em todo o País —, cujo acordo foi assinado sexta-feira em Brasília. Participam ainda a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).
A política de combate ao crack foi instituída pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por meio do decreto 7.179 de 20 de maio deste ano. Ao todo, serão investidos no programa R$ 400 milhões.
Entre as ações propostas, está a criação de um banco de dados, um software específico para que delegacias possam trocar informações sobre distribuição, compra, circulação e entrada da droga no Brasil.
“Essa falta de comunicação entre as instituições é uma das deficiências na política de combate ao crack. Não adianta um estado ter uma excelente investigação sobre a droga, se não pode compartilhá-la com os outros que sofrem do mesmo problema. A ideia é combater o consumo e a entrada da droga nos estados”, explicou Isabel Figueiredo, assessora especial do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto.
Os primeiros a receberem os R$ 500 mil serão Rio Grande do Sul, Pernambuco e Paraná. Formam o Gpec ainda Minas Gerais, Bahia, Pará, Acre, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Os outros estados devem ser incorporados assim que apresentarem projetos sobre o tema à Senasp.
Hora de traçar panorama
Titular da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) há apenas três meses, o delegado Pedro Medina esteve em Brasília sexta-feira. “Com esse programa vamos poder traçar um panorama nacional sobre o crack, que é uma droga que se espalhou pelo País há pouco tempo”, disse o delegado.
“E com essa verba vamos equipar a delegacia e assim aprimorar também as investigações sobre todos os outros entorpecentes. Sem esses aparatos, expomos muito os policiais e isso acaba dificultando as nossas diligências, principalmente em áreas ainda dominadas pelo tráfico que tem um poderio bélico grande”, completou ele. Fonte: O Dia
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Consumo de crack no RJ aumentou mais que de outras drogas, diz estudo

Uma pesquisa inédita da Fundação Oswaldo Cruz mostra que o consumo do crack vem aumentando muito mais do que outras drogas no Rio de Janeiro. Na Glória, Zona Sul do Rio, usuários de crack consomem a droga livremente.Por volta de 10h30, um grupo consome crack à vontade no Largo da Glória. A droga roda de mão em mão indiscriminadamente, inclusive entre crianças e até uma mulher grávida.Uma mãe de 17 anos confessa ter passado por várias Cracolândias durante a gravidez, consumindo crack até a hora do parto.“Eu acabei de fumar o crack, minha bolsa estourou no meio da Cracolândia. E mesmo a água saindo eu queria usar mais droga. Eu arrumei R$ 2. Eu ia usar, mas começou a descer mais água, mais água. Ai eu fui nesse hospital. Chegando ao hospital, eles pegaram e falaram que não estava na hora ainda, que tinha que amadurecer o pulmão do neném. Eu ia ficar internada lá. Ai minha filha nasceu com infecção, nasceu de oito meses, nasceu prematura”, afirmou ela.
Desde que deu à luz, há três meses, a mãe na usa mais drogas. As duas estão vivendo em um abrigo da prefeitura, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio.
“Quando eu sinto vontade, eu pego um livro, leio. Porque agora eu tenho que pensar não é só eu mais. Não estou mais sozinha, agora eu tenho uma filha pra cuidar. Minha filha não precisa de família, a família que ela precisa é eu. Ela é a família que eu nunca tive. A partir de hoje meu vício vai ser ela.”
A pesquisaO recomeço não esconde as cicatrizes do vício. Por causa do crack, a adolescente já perdeu a guarda de um filho, atualmente com três anos.
A pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz revela que em apenas dois anos o número de usuários de outras drogas que passaram a consumir o crack cresceu seis vezes. O crack é uma droga de baixo custo, e fácil de ser comprada. E o que ela tem de barato, ela tem de devastadora.
O estudo foi coordenado pelo pesquisador Francisco Bastos, especialista em Aids e drogas. Ele confirma que, além de devastador, o crack tem outro grave efeito colateral: crianças e adolescentes entram cada vez mais no mundo das drogas pesadas.
“Do ponto de vista da saúde pública, eu acho que esse seja talvez o desafio maior. Porque ao pegar pessoas muitos jovens, essas pessoas não chegaram nem a se inserir na sua vida social”, afirmou o pesquisador.
Pacificação pode ajudar no combateEle não tem dúvida em afirmar: O crack é uma epidemia. E a cura passa pela reintegração social dos dependentes químicos.
“Eu acho que políticas públicas de cunho social, de ressocialização das pessoas, inserção em escolas, ela diminui o contexto social que favorece o consumo. Obviamente para as pessoas que já estão usando você tem que oferecer tratamento de uma forma mais ágil possível.
Mesmo acostumado com histórias desoladoras, Francisco está otimista. Ele acredita que a pacificação de comunidades pode estimular a expansão de programas de saúde pública, inclusive na área das drogas.“Às vezes você tentava trabalhar e não conseguia e isso não só modulava o tráfico de uma forma complicada, rivalidades, conflitos, como impedia o nosso trabalho”, disse.
A Secretaria de Assistência Social do município afirmou que há 78 vagas em centros de recuperação de usuários drogas atualmente. O secretário Fernando Willian afirmou que o crack é uma droga que entrou há cerca de 5 anos no Rio de Janeiro. “Foi crescendo ano a no de forma preocupante e assustadora. Não havia nenhuma unidade de atendimento, nada que se fizesse no sentido de se enfrentar essa questão. No período de um ano e dez meses que estamos no governo criamos essas 78 vagas: 60 para crianças e adolescentes e 18 vagas para mulheres”, disse.
“Estamos trabalhando intensamente na prevenção, através do centro de referência de assistência, através das escolas, através das famílias, que é o que é fundamental”, completou. De acordo com ele, no Largo da Glória estão sendo feitas várias ações de acolhimento. “Os meninos vão ao centro de acolhimento, alguns aceitam tratamento, e muitos, infelizmente, dado o que significa a droga hoje para essas crianças, eles evadem. Como não tem registro de delitos eles não podem ficar aprisionados”.
sábado, 16 de outubro de 2010
LORENA ESTÁ DE PARABÉNS

ODECRETO DE IMPLANTAÇÃO E POSSE
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
CRACK PARA EMAGRECER!!!!!!!!!!!!!!!! LOUCURA

A fixação em ter um corpo perfeito a qualquer custo fez uma moradora de Limeira, na faixa dos 40 anos, casada e com quatro filhos, usar crack para emagrecer. A mulher, que tem estatura média e pesava cerca de 80 quilos, perdeu 40 quilos em poucos meses mas agora está desnutrida e se tornou dependente química. Ela e toda a família passam por tratamento na rede pública de Saúde há quatro meses, na tentativa de retomar a vida.
De acordo com a assessora do Ambulatório de Saúde Mental de Limeira, Tânia Mileny Seraphim, a mulher é de classe média baixa e revelou aos especialistas do Centro de Atenção Psicossocial — Álcool e Drogas (Caps-AD), que queria emagrecer de forma rápida. “Ela estava angustiada porque engordou e, em conversa com colegas da comunidade, eles disseram que a mulher poderia perder peso se usasse crack”, diz. “No próprio bairro havia biqueiras e estes colegas indicaram onde ela poderia comprar.”
A psicóloga comenta que quem procurou ajuda foi o marido, que percebeu o vício da mulher. “Ela não era obesa, mas tinha uma visão bastante distorcida do próprio corpo”, afirma. “E não achou que iria se viciar. Na verdade, a dependência química era a última preocupação dela. Só com o tempo percebeu que a cada vez mais sentia necessidade de usar a droga.”
A mulher perdeu também massa magra e ficou muito abaixo do peso ideal. “Todo usuário de crack é muito magro, porque perde o apetite. Eles ficam fissurados e só pensam na droga. Esquecem de se alimentar”, explica. “Existem muitos casos semelhantes, principalmente entre as modelos.”Fonte: Cosmo
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Crack é tratado como epidemia por entidades

Livramento expande programa de contra crack e gravidez na adolescência

Uma pscióloga da prefeitura discursou para professores, representantes de ONGs e pastores evangélicos sobre o combate ao crack e à gravidez na adolescência. O objetivo do encontro era transformá-los em multiplicadores contra as drogas nas comunidades em que atuam.
A campanha iniciou há um ano e meio e visa e também visa diminuir a evasão escolar.
Confira essa notícia na íntegra esta semana, o RBS Notícias.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Mãe amarra filha para evitar que ela use crack, no sul de Minas

A mãe de uma usuária de crack amarrou a filha para evitar que ela usasse droga, em Careaçu, no sul de Minas Gerais. Os pés e as mãos da dependente foram atados à cama. Segundo a família, a mulher tem 31 anos e há oito começou a fumar crack. A mãe conta que a filha fica agressiva por causa da falta da droga.
Ainda de acordo com a família, a mulher já foi internada várias vezes, mas sempre tem recaídas. O secretário de saúde da cidade, Francisco Carlos Cintra, conseguiu uma vaga de internação em uma clínica integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o secretário, o tratamento começa nesta quarta-feira (6).
terça-feira, 5 de outubro de 2010
CNJ estuda ações para combater o crack

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estuda lançar campanha nacional contra o crack. A ideia é produzir materiais gráficos, como cartilhas e audiovisuais (campanha publicitária em rádio e televisão) alertando para os prejuízos que a droga ilícita pode trazer para a saúde das pessoas e a vida social das comunidades, bem como informando cidadãos e agentes públicos sobre as formas de lidar com o problema, e o tratamento dos usuários. A iniciativa é da Corregedoria Nacional de Justiça, com apoio da Presidência do CNJ, em parceria com as Coordenadorias da Infância e da Juventude dos Tribunais dos estados.
Na última quinta-feira (30/09), em reunião realizada no CNJ com a participação dos juízes auxiliares da Presidência, Daniel Issler e Reinaldo Cintra; dos juízes auxiliares da Corregedoria Nacional, Nicolau Lupianhes Neto e desembargador Sílvio Marques Neto; do coordenador de infância e juventude do Tribunal do Estado de São Paulo, desembargador Antonio Carlos Malheiros; da médica psiquiatra das prefeituras dos municípios de São Paulo e Guarulhos, Dra. Vera Lúcia Polverini; da psicóloga judiciário da Vara de Infância do Fórum Regional de São Miguel Paulista, Lúcia Zanetti, e do médico psiquiatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dr. Ronaldo Laranjeira.
Foi estabelecido cronograma para realização das etapas de elaboração dos materiais da campanha, que deverá começar a ser veiculada até o fim do ano, utilizando uma variedade de canais disponíveis, como os tribunais e outros órgãos públicos.
domingo, 3 de outubro de 2010
“Passione”: Dominado pelo crack, Danilo pedirá esmola A REALIDADE DA VIDA NA NOVELA

Danilo ficará desaparecido durante muitos capítulos da novela, enquanto o ator estiver se recuperando de uma cirurgia feita no quadril.
Em entrevista ao jornal O Globo deste sábado (2), Silvio de Abreu revelou que Danilo chegará ao ponto de pedir esmolas na rua e dormir sob viadutos.
Na novela, o telespectador terá notícias de Danilo sem que ele apareça em cena.
No capítulo de hoje, Stela (Maitê Proença) vai ao necrotério reconhecer o possível corpo do filho. Mas ele não vai morrer.

