COORDENAÇÃO

Coordenação Pr/Capelão Ricardo Solano Bastos

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Saiba como procurar tratamento para dependência de crack em SP


Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que cuidam dos casos de álcool e drogas, atendem cerca de 10.500 pessoas mensalmente na capital paulista. A Prefeitura de São Paulo, entretanto, não tem dados exatos sobre o número de dependentes de crack.
Ainda de acordo com a Prefeitura, no primeiro ano de tratamento, 80% dos dependentes deixam o crack. Visto em longo prazo esse índice cai: 30% conseguem viver longe da droga.
O dependente que procura ajuda é avaliado por psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais para saber se é uso abusivo ou dependência química. A primeira semana do tratamento é a de desintoxicação. Nos casos extremos, a pessoa fica internada.
Os CAPS funcionam como pronto-atendimento e fazem internações se for preciso. Só os casos mais graves são encaminhados para outros lugares. Depois da desintoxicação, começa a etapa mais difícil: reaprender a viver sem a droga.
Segundo um levantamento do CAPS, 47,7% dos usuários recebem atendimento ou tratamento, exclusivamente, em razão da dependência do álcool; 32,6% múltiplas drogas; 10,2% cocaína (crack está neste percentual porque é derivado da cocaína); 5,1% fumo; 3,5% canabinóides e 0,8% outras drogas. Cada CAPS faz em média 800 atendimentos por mês.
Como funcionaA política de atendimento para que fazem uso abusivo de álcool e outras drogas começou em 2005. A rede municipal conta com 62 CAPS que atendem população com transtornos decorrentes do uso e dependência d Saiba como procurar tratamento para dependência de crack em SP
e substâncias psicoativas, como álcool e outras drogas, de segunda a sexta das 07h às 17h ou das 8h às 18h. (Fonte G1)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Seminário vai instruir médicos sobre o combate ao uso do crack




O aumento excessivo do uso de crack no país tem deixado a categoria médica em alerta. Os médicos querem criar diretrizes eficazes para o tratamento da dependência de crack. O assunto será debatido durante o I Seminário Nacional sobre Aspectos Médicos e Sociais Relacionados ao Uso do Crack, promovido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). O encontro será realizado em Brasília, no dia 25 de novembro. As inscrições para o Seminário já estão abertas e são gratuitas.

“A disseminação do uso de crack entre pessoas de todos os níveis sócio-econômicos, de modo preocupante entre os jovens (muitos deles estudantes), requer ampla discussão e intervenção da sociedade civil organizada. É preciso erradicar essa forma de drogadição, que prospera entre nós ceifando vidas, causando sofrimentos às famílias e prejuízos irreparáveis à sociedade”, afirma Carlos Vital, vice-presidente do CFM.

O Seminário será composto de duas mesas redondas. A primeira discutirá aspectos técnicos e éticos do consumo e do tratamento do usuário: epidemiologia do uso de drogas, dilemas éticos e clínicos na assistência, abordagens clínicas, acolhimento e interdisciplinaridade.

A segunda mesa discutirá tópicos institucionais e sociais do tema: aspectos jurídicos, papel institucional do Estado, propostas dos Ministérios da Saúde e da Educação para o combate ao crack (sobretudo no sistema educacional) e uso do crack sob a perspectiva da sociedade. Depois de cada mesa os debates serão abertos para a participação do público inscrito no encontro.

“O crack está fora de controle no Brasil”, alerta o tesoureiro do Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco (Cremepe), Ricardo Paiva. De acordo com o especialista, o crack é uma das drogas mais prejudiciais e que tornam o viciado mais violento. “O usuário fica dependente desde o primeiro uso e em menos de seis meses a droga provoca efeitos deletérios, incluindo a demência”.

Falta de leitos dificulta tratamento de viciados em crack

No Brasil, a escalada do crack coincidiu com a política de fechamento de leitos psiquiátricos, e a rede pública não tem tido capacidade de absorver toda a demanda. O país conta com apenas 1.800 leitos psiquiátricos em hospital geral. Por outro lado há uma estimativa de 1,2 milhões de usuários de crack no país.

Inscrições gratuitas e limitadas

As inscrições para participação no I Seminário Nacional sobre Aspectos Médicos e Sociais Relacionados ao Uso do Crack serão abertas nesta quarta-feira, 03 de novembro. O encontro será realizado em Brasília, no dia 25 de novembro, no auditório da sede do CFM (SGAS 915, lote 72). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

FUNDO DO POÇO

Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o seu usuário quanto o crack. O poder sobrenatural do crack é simplesmente horripilante e avassalador. Crack e desgraça são indissociáveis e quase palavras sinônimas. Relatos dos seus usuários e familiares, fatos policias diários e opiniões de especialistas sobre os efeitos e as conseqüências nefastas da droga podem ser resumidos em três palavras tão básicas quanto contundentes: sofrimento, degradação e morte.As ocorrências no terreno familiar, social e criminal vão caminhando sempre em largas vertentes para dias piores. A vida vivida pelos envolvidos com o vício do crack parece sempre transpor os inimagináveis pesadelos.Lançando um olhar no passado, o viciado, vê o rumo errado que tomou, mas dificilmente tem força de voltar atrás. Olhando ao futuro somente se lhe afigura a tumba, no entanto continua caminhando em sua direção. O seu presente é só o crack e, esse mal passa a ser o senhor do seu viver, o seu real transformador do bem para o mal, o destruidor da sua família, o aniquilador do seu bem maior.O crack trás a morte em vida do seu usuário, arruína a vida dos seus familiares e vai deixando rastros de lágrimas, sangue e crimes de toda espécie na sua trajetória maligna.O Brasil assistiu recentemente com imensa tristeza e pesar uma reportagem televisiva em que crianças recém nascidas de mães viciadas em crack, são também barbaramente atingidas pelos efeitos nefastos da droga. Nascem como se viciadas fossem, com crises de abstinências, com compulsão à droga, tremores, calafrios e com problemas físicos diversos, principalmente com lesões no cérebro que provavelmente os levarão às demências ou a outros tipos de problemas inerentes, ou seja, uma nova geração de vítimas do crack sem sequer ter consumido a droga por vontade própria. A maioria das mães drogadas também perde o instinto materno e termina doando os seus filhos debilitados.A dimensão da tragédia do crack é difundida nos diversos Estados da Nação através de reportagens jornalísticas que comprovam o retrato devastador em todos os lugares possíveis e imagináveis aonde chegou o filho mortal da cocaína. O crack invadiu grandes e pequenas cidades, periferias e lugares de baixa a alta classe social, municípios, povoados, zona rural...Não bastassem os tristes casos sociais, casos de saúde e os casos criminais diversos envolvendo essa droga avassaladora vividos por uma grande parcela da população brasileira, agora apareceu mais um melancólico caso. Um deprimente e desolador caso em que a mãe trocou a virgindade da sua própria filha de pouco mais de 10 anos de idade por algumas pedras de crack. Entregou a sua filhinha para uma monstruosidade sem precedência. Entregou a inocência de uma criança para um estuprador macabro, desalmado e cruel que também era um traficante de crack. O símbolo do amor puro que está no amor de mãe se rendeu ao poderoso crack.Uma mãe viciada, na histórica cidade de São Cristovão, primeira capital do pequeno, mas bonito e aprazível Estado de Sergipe acabou por ceder a inocência da sua própria filha, uma garotinha que migrava dos 10 para os 11 anos de idade para um desumano estuprador-traficante de drogas no sentido de que o mesmo saciasse a sua frieza sexual animalesca, em troca de algumas pedras de crack.O crack agora é capaz também de transpor, de matar o amor de mãe, que é o mais precioso, o mais profundo, o mais verdadeiro, o mais ardoroso, o mais fervoroso amor que pode existir.Este impulso sentimental que é o mais sublime dos amores foi superado pela força sobrenatural do crack e, ao invés de confortar, destruiu, degradou, sobretudo desvirtuou o sentido real do amor que aquela mãe tinha pela sua filha. O amor de mãe que não tem ganância, não tem egoísmo, não tem orgulho, não tem o sentido de posse, não tem o princípio de fomentar a maldade e a ignorância do bem, que busca a simplicidade, a humildade e abnegação acima de todas as coisas da matéria foi de tudo ultrajado pelo crack.É realmente uma triste, trágica e inconcebível realidade ocorrida naquele município que contrasta com o seu povo pacato e ordeiro. É o fundo do poço pelo crack...(Delegado de Polícia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública).archimedes-marques@bol.com.br

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Interno usa nome de clínica para aplicar golpe


Um adolescente de 16 anos foi apreendido ontem (25) em Uberlândia suspeito de aplicar golpes usando o nome da instituição para reabilitação de dependentes químicos na qual estava internado há cinco meses. Além de dinheiro e peças de vestuário, o menor teria conseguido até instrumentos musicais avaliados em R$ 1,6 mil. Segundo o pastor responsável pela clínica tudo o que o menor arrecadou foi trocado por crack.
Essa era a terceira vez que a casa de recuperação ligada à Igreja Evangélica Monte Horebe recebia o menor para tratamento. O adolescente é dependente de crack desde os 10 anos de idade. Ele foi para a clínica localizada no bairro Planalto, na zona oeste de Uberlândia, por meio de ordem judicial do Conselho Tutelar de Quirinópolis, no interior de Goiás.
O golpe só foi descoberto depois que membros da igreja desconfiaram das constantes investidas do garoto. Nos últimos 15 dias ele estaria repetidamente usando a mesma história. Para conseguir levantar dinheiro rápido dizia que o carro do pastor que coordena a instituição estava estragado. Segundo a instituição pelo menos sete comerciantes dos bairros Planalto e Luizote de Freitas, que são parceiros da entidade, caíram no golpe.
Quando descoberto, o menor ameaçou os integrantes da clínica e tentou fugir. Ele foi ouvido na 16ª Delegacia Regional de Polícia Civil (16ª DRPC) e autuado pelo crime de estelionato.
A instituição que vai completar dois anos vive de doações voluntárias. Atualmente atende 12 internos na casa de recuperação que fica na rua Horácio Pereira Mendes.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Verba federal para combater o crack no Rio

Delegacia de Combate às Drogas ganhará R$ 500 mil para compra de equipamentos
POR MARIA INEZ MAGALHÃES
Rio - A Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) vai ganhar R$ 500 mil para combater o crack no estado. A verba, do Ministério da Justiça, será empregada na compra de equipamentos na área de inteligência para auxiliar os policiais nas investigações, principalmente sobre a droga.

A Dcod será a unidade do Rio beneficiada pelo projeto federal Foto: Fábio Gonçalves / Agência O Dia

Além do Rio, delegacias de combate ao narcotráfico de nove estados também estão no programa do Ministério da Justiça e farão parte do Grupo Permanente de Enfrentamento ao Crack (Gpec) — que vai atuar em todo o País —, cujo acordo foi assinado sexta-feira em Brasília. Participam ainda a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).
A política de combate ao crack foi instituída pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por meio do decreto 7.179 de 20 de maio deste ano. Ao todo, serão investidos no programa R$ 400 milhões.
Entre as ações propostas, está a criação de um banco de dados, um software específico para que delegacias possam trocar informações sobre distribuição, compra, circulação e entrada da droga no Brasil.
“Essa falta de comunicação entre as instituições é uma das deficiências na política de combate ao crack. Não adianta um estado ter uma excelente investigação sobre a droga, se não pode compartilhá-la com os outros que sofrem do mesmo problema. A ideia é combater o consumo e a entrada da droga nos estados”, explicou Isabel Figueiredo, assessora especial do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto.
Os primeiros a receberem os R$ 500 mil serão Rio Grande do Sul, Pernambuco e Paraná. Formam o Gpec ainda Minas Gerais, Bahia, Pará, Acre, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Os outros estados devem ser incorporados assim que apresentarem projetos sobre o tema à Senasp.
Hora de traçar panorama
Titular da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) há apenas três meses, o delegado Pedro Medina esteve em Brasília sexta-feira. “Com esse programa vamos poder traçar um panorama nacional sobre o crack, que é uma droga que se espalhou pelo País há pouco tempo”, disse o delegado.
“E com essa verba vamos equipar a delegacia e assim aprimorar também as investigações sobre todos os outros entorpecentes. Sem esses aparatos, expomos muito os policiais e isso acaba dificultando as nossas diligências, principalmente em áreas ainda dominadas pelo tráfico que tem um poderio bélico grande”, completou ele. Fonte: O Dia

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Consumo de crack no RJ aumentou mais que de outras drogas, diz estudo


Na Glória, Zona Sul do Rio, usuários consomem crack livremente em praça.Usuários de outras drogas passaram a consumir crack, segundo pesquisa.
Uma pesquisa inédita da Fundação Oswaldo Cruz mostra que o consumo do crack vem aumentando muito mais do que outras drogas no Rio de Janeiro. Na Glória, Zona Sul do Rio, usuários de crack consomem a droga livremente.Por volta de 10h30, um grupo consome crack à vontade no Largo da Glória. A droga roda de mão em mão indiscriminadamente, inclusive entre crianças e até uma mulher grávida.Uma mãe de 17 anos confessa ter passado por várias Cracolândias durante a gravidez, consumindo crack até a hora do parto.“Eu acabei de fumar o crack, minha bolsa estourou no meio da Cracolândia. E mesmo a água saindo eu queria usar mais droga. Eu arrumei R$ 2. Eu ia usar, mas começou a descer mais água, mais água. Ai eu fui nesse hospital. Chegando ao hospital, eles pegaram e falaram que não estava na hora ainda, que tinha que amadurecer o pulmão do neném. Eu ia ficar internada lá. Ai minha filha nasceu com infecção, nasceu de oito meses, nasceu prematura”, afirmou ela.
Desde que deu à luz, há três meses, a mãe na usa mais drogas. As duas estão vivendo em um abrigo da prefeitura, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio.
“Quando eu sinto vontade, eu pego um livro, leio. Porque agora eu tenho que pensar não é só eu mais. Não estou mais sozinha, agora eu tenho uma filha pra cuidar. Minha filha não precisa de família, a família que ela precisa é eu. Ela é a família que eu nunca tive. A partir de hoje meu vício vai ser ela.”
A pesquisaO recomeço não esconde as cicatrizes do vício. Por causa do crack, a adolescente já perdeu a guarda de um filho, atualmente com três anos.
A pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz revela que em apenas dois anos o número de usuários de outras drogas que passaram a consumir o crack cresceu seis vezes. O crack é uma droga de baixo custo, e fácil de ser comprada. E o que ela tem de barato, ela tem de devastadora.
O estudo foi coordenado pelo pesquisador Francisco Bastos, especialista em Aids e drogas. Ele confirma que, além de devastador, o crack tem outro grave efeito colateral: crianças e adolescentes entram cada vez mais no mundo das drogas pesadas.
“Do ponto de vista da saúde pública, eu acho que esse seja talvez o desafio maior. Porque ao pegar pessoas muitos jovens, essas pessoas não chegaram nem a se inserir na sua vida social”, afirmou o pesquisador.
Pacificação pode ajudar no combateEle não tem dúvida em afirmar: O crack é uma epidemia. E a cura passa pela reintegração social dos dependentes químicos.
“Eu acho que políticas públicas de cunho social, de ressocialização das pessoas, inserção em escolas, ela diminui o contexto social que favorece o consumo. Obviamente para as pessoas que já estão usando você tem que oferecer tratamento de uma forma mais ágil possível.
Mesmo acostumado com histórias desoladoras, Francisco está otimista. Ele acredita que a pacificação de comunidades pode estimular a expansão de programas de saúde pública, inclusive na área das drogas.“Às vezes você tentava trabalhar e não conseguia e isso não só modulava o tráfico de uma forma complicada, rivalidades, conflitos, como impedia o nosso trabalho”, disse.
A Secretaria de Assistência Social do município afirmou que há 78 vagas em centros de recuperação de usuários drogas atualmente. O secretário Fernando Willian afirmou que o crack é uma droga que entrou há cerca de 5 anos no Rio de Janeiro. “Foi crescendo ano a no de forma preocupante e assustadora. Não havia nenhuma unidade de atendimento, nada que se fizesse no sentido de se enfrentar essa questão. No período de um ano e dez meses que estamos no governo criamos essas 78 vagas: 60 para crianças e adolescentes e 18 vagas para mulheres”, disse.
“Estamos trabalhando intensamente na prevenção, através do centro de referência de assistência, através das escolas, através das famílias, que é o que é fundamental”, completou. De acordo com ele, no Largo da Glória estão sendo feitas várias ações de acolhimento. “Os meninos vão ao centro de acolhimento, alguns aceitam tratamento, e muitos, infelizmente, dado o que significa a droga hoje para essas crianças, eles evadem. Como não tem registro de delitos eles não podem ficar aprisionados”.

sábado, 16 de outubro de 2010

LORENA ESTÁ DE PARABÉNS

Foi implantado nesta 6ª.feira 15 de Outubro de 2010 em solenidade no Auditório São Joaquim o COMAD- CONSELHO MUNCIPAL DE COMBATE AS DROGAS Parabéns aos Prs. Claudio Rubens ( Presidente do Conpel) e Ricardo Solano (Secretario do Conpel) pela nomeação no COMAD, com a presença de autoridades civil , militares e eclesiásticas o Prefeito Municipal de Lorena Dr. Paulo deu posse aos conselheiros e abriu a 1ª Conferencia Municipal de Política ob Drogas.

ODECRETO DE IMPLANTAÇÃO E POSSE
Pr. Ricardo Solano Garoto e Not Book Propaganda do SOU CRAQUE NÃO USO CRACK